Assim como em muitos outros bairros da capital baiana, a Mata Escura possui diversos problemas urbanos, relacionados ao transporte, limpeza pública e esgotamento sanitário, abrigando uma população de cerca de cem mil habitantes. Por ser um bairro populoso enfrenta diversos problemas com a violência e o tráfico de drogas o que leva a morte de muitos jovens que logo cedo se envolvem com a marginalidade.
O bairro conta com apenas um posto de saúde, o que torna precário o atendimento a saúde, levando os moradores a buscar atendimento em outros bairros da cidade. A maioria dos moradores vive em péssimas condições de vida, pois há precariedade de infra-estrutura e de moradia para boa parte das famílias. Segundo uma pesquisa feita pela escola, a população do bairro cursaram na sua grande maioria somente o Ensino Fundamental, por este motivo uma boa parte deles encontram-se no mercado informal de trabalho, tendo a renda mensal em torno de um salário mínimo.
Quase não há na comunidade espaços culturais, esportivos, de lazer e de formação profissional, a situação só não é mais agravante devido a instituições instaladas no bairro que através de um trabalho social tentam mudar o quadro de problemas enfrentados por todos oferecendo cursos profissionalizantes, esportivos e de artes.
O comércio encontrado no bairro é bastante sortido, há a oferta de lojas de móveis, farmácias, roupas, consultórios odontológicos, padarias, mercados pequenos e até uma agência dos Correios, a mais nova aquisição da comunidade que trouxe a solução para transações bancárias e pagamentos de contas, o que antes só podia ser realizado em bairros vizinhos ou no centro da cidade. O bairro ainda abriga a maior instituição presidiária do estado, a Penitenciária Lemos de Brito.
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